Cândido Rodrigues começa a vacinação contra a Covid19

Cândido Rodrigues começa a vacinação contra a Covid19

Última atualização em 25/01/2021, 17:09h por A Trombeta

Na tarde de hoje (21/01) o município de Cândido Rodrigues começou a realizar a vacinação contra a Covid19. As  primeiras a receberem  as vacinas foram  a enfermeira Cicera Silvana dos Santos e a médica pedriatra Viviane Romano Moraes.

Para o prefeito  Fabricio Roncolli que acompanhou as primeiras imunizações em seu município foi um dia histórico. “Parabenizo a secretária Cicera Valencio e toda nossa equipe da Secretária Municipal da Saúde pelo excelente trabalho desempenhado nesse período difícil em que vivemos. Esperança por dias melhores” disse emocionado Fabricio.

Além do prefeito Fabricio, também acompanharam a as primeiras vacinações  Marlon Henrique Bordenal de Oliveira presidente da Câmara Municipal e os vereadores Ariane Cristina Meloni e Alex Patrick Cambero.

Segundo Cicera Valencio, hoje também foram vacinados outros profissionais seguindo os princípios de prioridades aos trabalhadores mais expostos ao contato com o vírus, conforme o cronograma do Plano Nacional de Imunização – PNI

Ainda segundo a secretária de acordo que o município for recebendo as doses da vacina serão atendidos as demais pessoas constantes nas fases seguintes.

Saiba quem serão os primeiros vacinados

Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde no último domingo (17/01), os primeiros vacinados serão trabalhadores da Saúde (34% deles), população indígena em seus territórios, pessoas com deficiência institucionalizadas e pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas.

Dentre esses grupos, os que receberão a maior quantidade das vacinas neste primeiro momento serão os profissionais da saúde – com mais de 2,2 milhões de imunizados em todo o país –, seguido pelos indígenas – 431 mil –, pelos idosos – cerca de 156 mil – e, por fim, pelos deficientes – pouco mais de 6 mil imunizados.

Já o Plano Nacional De Imunização divulgado pelo governo federal em dezembro informava que o grupo prioritário de brasileiros para receber a vacina contra a Covid-19 inclui, ao todo, 54 milhões de pessoas.

O primeiro grupo, segundo o plano, é formado pelos trabalhadores de saúde (quase 5,9 milhões de pessoas), seguidos pelas pessoas com 80 anos de idade ou mais (4,2 milhões), pessos com 75 a 79 anos (3,4 milhões), pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas (198 mil), e indígenas (410 mil).

Na época da divulgação do plano, no entanto, o governo não previa a inclusão de deficientes já nessa primeira fase de vacinação.

Depois, na segunda fase do PNI, seriam imunizados pessoas com 70 a 74 anos (5,1 milhões), pessoas com 65 a 69 anos (7 milhões), pessoas com 60 a 64 anos (9 milhões).

Na terceira fase de imunização entram as pessoas com comorbidades como diabetes, hipertensão, doença pulmonar, entre outras. Esse grupo é composto por 12,6 milhões de brasileiros.

Por fim, na 4ª fase de vacinação o PNI prevê a imunização de professores (2,3 milhões de pessoas), de membros das forças de segurança e salvamento (850 mil) e de funcionários do sistema prisional (144 mil).

Falta de insumos

No entanto é necessário ressaltar, que apesar das prioridades elencadas serem mantidas, o cronograma deve ser alterado devido a falta de insumos para a produção das vacinas.

Segundo a Agência Brasil, o  ingrediente farmacêutico ativo (IFA), usado para a produção do imunizante da AstraZeneca, é fornecido pela China e, no momento, está retido em uma empresa do país asiático. 

Sem o produto, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que fabricará as vacinas no Brasil, teve que adiar para março a entrega das primeiras doses, que estavam previstas para o mês que vem.

Problema semelhante vem sendo enfrentado pelo Instituto Butantan, que produz a vacina CoronaVac e também depende da importação do IFA da China.

Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação, vinculada ao Ministério das Comunicações, informou que o governo brasileiro vem mantendo negociações com o governo chinês para solucionar o impasse.

Fonte de apoio: Agência Brasil e CNN Brasil

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